Eu mal podia esperar pra chegar ao chamado primeiro mundo. Após passar pela Polícia Federal sem visto mas com o passaporte Europeu a gente dá aquela respirada aliviada. Mas a aventura estava só começando!
Sozinha, optei por viajar de noite, uma péssima noite de sono mas enfim... chegando em Dalas, local da conexão, a pessoa teve que pegar as malas e passar pela alfandega. E quando eu digo passar pela alfandega significa que, SIM, eles me mandaram abrir a mala e explicar o porque das minhas coisas.
Mais cedo (umas 6h30 da manhã!) passei pela "entrevista" na chegada ao país... falei por 10 minutos com o Policial que perguntou sobre toda a minha vida no Brasil, profissão, hobbies, manias e TOCs, problemas amorosos e do porquê de passar 2 meses de férias nuzzz Izztaduzzz Uniduzzz.
Ok. Questionário respondido, mala explicada ainda tinha que fazer o chek in novamente e pegar outro voo. Olha, a parte de que eu fui a sorteada da fila pra passar no scanner que, dizem, mostra a pessoa nua na tela eu vou pular.
Eram 8h50 da manhã e finalmente eu estava sentada na janelinha do avião, ufa! Que nada, depois de 50 minutos dentro do avião parado sem decolar, um baita calor seguido de um frio intenso do ar condicionado, uma voz anuncia some problems e foi tudo o que eu precisei entender daquele discurso de 3 minutos em inglês.
Então toca a galera toda pegar seus pertences, mala de mão e sair do avião. E como, graças ao Sr. Renato da agência de viagem (que na viagem de volta colocou eu e Boula em poltronas separadas), eu estava na fileira 39, a penúltima do avião, tive que esperar pacientemente todos saírem para só então eu poder sair.
Como eu não me senti segura com as informações que eu entendi sozinha no meu primeiro dia imersa na língua inglesa, fixei numas pessoas e as segui até o gate certo, o 13. Consegui telefonar e avisar do atraso (que orgulho!), entrei no avião e dormi feliz até Chicago. Fim.
Não! Não acabou. Quando peguei minha mala veio a surpresa. Estava toda aberta, de fora a fora. Com minhas roupas quase caindo... escutei um "Up'sss!" de uma americana do meu lado e ela me incentivou a ir ao balcao da AA reclamar. Foi só eu chegar no balcão que a atendente logo foi buscar uma mala nova pra mim. Como ninguém aqui é trouxa e a mala que ela trouxe era quase oito centímetros menor do que a minha, eles arranjaram uma outra mala um pouco menor pra compensar o espaço.
Resumindo: ganhei duas malas no lugar daquela minha enorme, péssima de guardar, chinesa e detonada. E a mulher ainda se desculpou porque as malas não eram da mesma cor da minha, PINK! hahaha... Acabei de crer: primeiro mundo existe mesmo!
Eram 8h50 da manhã e finalmente eu estava sentada na janelinha do avião, ufa! Que nada, depois de 50 minutos dentro do avião parado sem decolar, um baita calor seguido de um frio intenso do ar condicionado, uma voz anuncia some problems e foi tudo o que eu precisei entender daquele discurso de 3 minutos em inglês.
Então toca a galera toda pegar seus pertences, mala de mão e sair do avião. E como, graças ao Sr. Renato da agência de viagem (que na viagem de volta colocou eu e Boula em poltronas separadas), eu estava na fileira 39, a penúltima do avião, tive que esperar pacientemente todos saírem para só então eu poder sair.
Como eu não me senti segura com as informações que eu entendi sozinha no meu primeiro dia imersa na língua inglesa, fixei numas pessoas e as segui até o gate certo, o 13. Consegui telefonar e avisar do atraso (que orgulho!), entrei no avião e dormi feliz até Chicago. Fim.
Não! Não acabou. Quando peguei minha mala veio a surpresa. Estava toda aberta, de fora a fora. Com minhas roupas quase caindo... escutei um "Up'sss!" de uma americana do meu lado e ela me incentivou a ir ao balcao da AA reclamar. Foi só eu chegar no balcão que a atendente logo foi buscar uma mala nova pra mim. Como ninguém aqui é trouxa e a mala que ela trouxe era quase oito centímetros menor do que a minha, eles arranjaram uma outra mala um pouco menor pra compensar o espaço.
Resumindo: ganhei duas malas no lugar daquela minha enorme, péssima de guardar, chinesa e detonada. E a mulher ainda se desculpou porque as malas não eram da mesma cor da minha, PINK! hahaha... Acabei de crer: primeiro mundo existe mesmo!