Fofo e apaixonadinho -mas sem dar muito o braço a torcer- ele se manteve por perto. Mediamente atencioso, ciumentinho e carinhoso ele me dobrou e foi ficando. Talez porque não tenha chicletado; talvez porque seja o oposto do que eu quero; talvez porque eu esteja carente; ou talvez porque na verdade não ofereça perigo algum de chegar ao meu coração, dei uma chance a ele. O fato é que já completou um mês de cervejinhas, futebol e beijos quentes.
Mas sinceramente ainda penso no mocinho de fevereiro, aquele que a energia fluiu tão bem. Foi uma pena mesmo, pelo menos ele sabia conjugar os verbos, concordar as frases e administrar os plurais. Era universitário e estagiário é bem verdade, mas ele vai chegar lá logo mais. Agora o Bombeta... Ah! O Bombeta é um caso a parte. "Menas" é uma palavra que está no vocabulário do seu dia-a-dia, idem para "véio" e "mano".
Churrasco -ou melhor, "assá uma carninha"- com pagode é o programa do fim de semana, sempre regado a muita cerveja. Pensando bem o outro mocinho também fazia esse tipo de programa com os amigos, apesar de dizer que não gostava de samba/pagode... whatever! Mas o Bombeta canta pra mim. Eu juro, ele canta. E o que eu faço? Me mato de rir -óbvio-, dele e das letras! (mais das letras de pagode ou sertanejo que são sempre de dor de corno).
Ele não é exatamente bruto, não é exatamente gentil; não é completamente cavalheiro, mas também não é completamente ogro; não chega a ser totalmente rabujento, até é bem humorado... mas ele fica na mediocridade no sentido literal da palavra: mediano. Is not a big deal, you know!? Até a energia... bate mas não é aquela coisa.
Difícil dizer, não é dinheiro o problema. É intelectual mesmo. O Fanta achava que "não estava a minha altura, que não era o bastante pra mim", pelo menos foi uma das desculpas que deu (e há quem diga que não está mesmo!). Enfim, o Bombeta não tem condições de perceber o quão distantes estamos, o tamanho do abismo intelectual que há entre nós. Tudo bem, quem foi que disse que precisamos nos casar?
Minha amiga Valdis disse que esse fim de semana assistiu no cinema aquele filme brasileiro "Divã" e que lá tem uma cena especialmente dedicada a mim. Nela a mulher diz: "eu quero um homem que pelo menos não diga 'menas'!" (!!!).
É bem isso! Não precisa ser um Professor Pasquale da língua portuguesa, um Don Juan de cavalheiro, sedutor e superprotetor, um Sawyer de tão bonito, um Bill Gates de rico, um Ary Toleto de engraçado (tá, ele nem é engraçado, eu sei!), ou um Ricky Martin de tão caliente. Só precisa ser um pouco mais do que mediano, superar o sofrível. Carinhoso, cuidadoso, bem humorado e, claro, tem que rolar a tal energia! Eu ainda acerto a mão e chego lá um dia! ;)
Mas sinceramente ainda penso no mocinho de fevereiro, aquele que a energia fluiu tão bem. Foi uma pena mesmo, pelo menos ele sabia conjugar os verbos, concordar as frases e administrar os plurais. Era universitário e estagiário é bem verdade, mas ele vai chegar lá logo mais. Agora o Bombeta... Ah! O Bombeta é um caso a parte. "Menas" é uma palavra que está no vocabulário do seu dia-a-dia, idem para "véio" e "mano".
Churrasco -ou melhor, "assá uma carninha"- com pagode é o programa do fim de semana, sempre regado a muita cerveja. Pensando bem o outro mocinho também fazia esse tipo de programa com os amigos, apesar de dizer que não gostava de samba/pagode... whatever! Mas o Bombeta canta pra mim. Eu juro, ele canta. E o que eu faço? Me mato de rir -óbvio-, dele e das letras! (mais das letras de pagode ou sertanejo que são sempre de dor de corno).
Ele não é exatamente bruto, não é exatamente gentil; não é completamente cavalheiro, mas também não é completamente ogro; não chega a ser totalmente rabujento, até é bem humorado... mas ele fica na mediocridade no sentido literal da palavra: mediano. Is not a big deal, you know!? Até a energia... bate mas não é aquela coisa.
Difícil dizer, não é dinheiro o problema. É intelectual mesmo. O Fanta achava que "não estava a minha altura, que não era o bastante pra mim", pelo menos foi uma das desculpas que deu (e há quem diga que não está mesmo!). Enfim, o Bombeta não tem condições de perceber o quão distantes estamos, o tamanho do abismo intelectual que há entre nós. Tudo bem, quem foi que disse que precisamos nos casar?
Minha amiga Valdis disse que esse fim de semana assistiu no cinema aquele filme brasileiro "Divã" e que lá tem uma cena especialmente dedicada a mim. Nela a mulher diz: "eu quero um homem que pelo menos não diga 'menas'!" (!!!).
É bem isso! Não precisa ser um Professor Pasquale da língua portuguesa, um Don Juan de cavalheiro, sedutor e superprotetor, um Sawyer de tão bonito, um Bill Gates de rico, um Ary Toleto de engraçado (tá, ele nem é engraçado, eu sei!), ou um Ricky Martin de tão caliente. Só precisa ser um pouco mais do que mediano, superar o sofrível. Carinhoso, cuidadoso, bem humorado e, claro, tem que rolar a tal energia! Eu ainda acerto a mão e chego lá um dia! ;)